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Mostrando postagens de Março, 2019

PARAÍSO DA TRAPAÇA

Tradicional loja da cidade, em local nobre e bem movimentado, passa o ponto com amplo sortimento de artigos para magia, ilusionismo, pegadinhas  e gozações para festas em geral, fantasias para carnaval e eventos temáticos, revólveres de brinquedo, réplicas de uniformes militares, camisas regata de salva-vidas e uma infinidade de outros produtos assemelhados. 

Fazem parte do estoque diversos modelos de dados viciados para casas de jogatina e roletas clandestinas, baralhos com cartas marcadas, mulheres cortadas ao meio, coelhos de cartola, varinhas de mágico, maiôs de partner e  moedas para sorteio que só caem no lado da coroa. 

Há ainda centenas de embalagens a vácuo contendo cobrinhas de borracha, cocôs de mentira, copos modelo babão, livros com mulher pelada na capa que dão choque quando abertos, cigarros explosivos, notas fajutas de dinheiro, baratas e escorpiões de plástico, gelos com mosca, almofadas do pum e chicletes que soltam tinta na boca. 

Acompanham também, no estado em que se…

É O FIM!

Não tem mais o "The End" no fim dos filmes, e isso vem causando um debate acalorado em segmentos diversos da sociedade. 

Quase 90% das produções mais recentes de Hollywood acabam de repente, sem mais nem menos. De uma cena como outra qualquer passa-se para os créditos, sem nenhum gran finale, um beijo, um adeus, um carro ou uma pessoa sumindo pela estrada. E, logicamente, com a clássica subida da trilha sonora sinalizando que aquela é a sequência derradeira. Tudo nessa vida tem começo, meio e fim, e isso inclui os filmes a que assistimos", afirma um cinéfilo na fila de bilheteria do Cineclube Fellini. 

Mas esse raciocínio encontra ferrenhos opositores, que colocam tal argumento como um insulto à inteligência. 
"Se você chega à última unidade do seu Hall's Mentho Liptus, não é preciso nenhum aviso impresso na embalagem ou naquele papelzinho que envolve a bala para saber que a guloseima acabou. O mesmo se aplica aos sacos de cimento, às solas de sapato, às velas de …

MESTRE DUÑA PROFETIZA UMA REVOLUÇÃO NA PROPAGANDA

“O universo publicitário jamais será o mesmo”. Assim se manifestou o Venerável Duña, em coletiva de imprensa realizada em sua gruta, na semana passada, para revelar ao mundo as visões que teve sobre o futuro da propaganda e suas implicações para a humanidade. 


ÓCULOS - DUAS VERSÕES
Óculos de leitura: na parte superior ou inferior da lente, seria gravado em silk-screen algo do tipo "Leia Veja, leia Istoé, leia Folha, leia Estadão ou leia lá o que for que ainda sobreviva de venda em banca ou assinatura.
Óculos de sol: mesma forma de inserção publicitária da versão anterior, porém com marcas que tenham relação com as lentes escuras e o momento do seu uso, como protetor solar, cerveja, sorvete e recintos de velório.


MACARRÃO DE LETRINHAS
Nesse caso, o custo da propaganda comportará uma enorme variação, a depender do número de letras da marca e do público à qual se destina. Vamos a um exemplo, bastante esclarecedor. Suponha a marca "Tim". Conforme a verba disponível do anunciante…